terça-feira, 17 de novembro de 2009

Guerra de Abordagens

Acho esse tema muito interessante. Claro que penso apenas em esboçar minha idéia sobre o assunto, e não me prolongar demais no mesmo.

Todo estudante de psicologia sofre ao ingressar na faculdade. Um dos motivos, penso, que seja pelo grau de introspecção que o curso provoca. Não é fácil analisar sua cultura, suas características, enfim, olhar para um espelho. E no curso de psicologia, isso é inevitável. A não ser que queira formar-se de forma "mais ou menos", pois não tem cabimento escutar o outro, e não saber se escutar, cria-se assim uma bomba atômica em potêncial.

Mas outra dificuldade sofrida pelo estudante de psicologia, são as trincheiras do conhecimento que devem ser percorridas durante o curso. São psicanalistas, humanistas, comportamentais, e outros além destes brigando para saber quem tem mais razão!

PARA QUÊ ISSO? Diabo...

Penso que reflete um pouco no nosso momento (ou eterno momento, pois pode ser que sempre a humanidade fora assim), ou momento que vem deflagrando uma piora no quesito, RESPEITO À DIFERENÇA.

Eu vejo o mundo de uma forma, de meu prisma. Você do seu. A diferença é que eu foco o que me é fundamental, assim como você.

MAS É DIFÍCIL aceitar o outro, a visão do outro. É como se colocasse em risco minha visão!

BESTEIRA.

Há alguns anos assisti um documentário aonde um senhor bem humillde, trabalhador rural, estava dando sua opinião sobre religiões. Ele disse: "não importa o caminho, mas sim o destino!"

Na nossa prática (PSI), deveria ser assim também. Pois afinal, o destino é o mesmo, o homem.

F.T.A.
17.11.09

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