Agora há pouco, no trabalho, resolvi descansar um pouco e assistir alguns vídeos no YouTube, fui direto e certeiro à minha querida Bossa Nova. Quando assistindo esse vídeo, um tanto quanto pesado, inclusive, de Chico e Milton cantando O que será ( a flor da pele ), me dei conta de que via uma gravação de um programa dos anos 80, do Chico e Caetano. E pensei na nossa televisão atual (pelo menos dos últimos quase 20 anos...).
Quanta merda!!!
As músicas tocadas, os shows ao vivo ou gravados, que são apresentados são de músicas bestas, apelativas, tudo visando o lucro em cima (não tão literalmente) de bundas rebolando, ensinando as criancinhas a "descerem" até o chão...
Não sei, me sinto um velho escrevendo isso, e pensar que sou dessa geração, minha idade não me permite negar, mas passo a me rotular de retrógrado, conservador...
As apresentações que louvo de antigamente, no caso de uma geração em grande parte contrária a um sistema opressor que vingava na época, talvez houvessem conservadores como eu hoje em dia, criticando aquela rebeldia permitida...
Perdõem-me os grandes músicos da atualidade se entenderam que nego suas existências, não é isso...:
CRITICO PARTE DA SOCIEDADE E A MÍDIA POR EXALTAREM A BANALIDADE DO SER-HUMANO
Se hoje é assim, o que será de amanhã?
Eu até que sou fiel à famosa frase: "os incomodados que se retirem". Eu o faço, mudo de canal, assisto um dvd, faço sexo, leio um livro, vou brincar com minha filha, o que der na telha eu faço...
Só que me sinto forçado a questionar, pois vejo isso como uma fotografia da nossa sociedade, e faço parte dele, sou um ser dessa pólis, ora bolas...
terça-feira, 15 de dezembro de 2009
quarta-feira, 25 de novembro de 2009
SPA-SUS - MAIS RESPOSTAS !
Recebi outra resposta, dessa vez da Profª Luiza Freitas, responsável pelo SPA.
Questiono quando diz que houve discussões sobre a parceria SPA-SUS, pelo menos com o alunos, e se houve, questiono a divulgação, ou a importância dada à mesma.
Mas o que é importante ressaltar é com relação ao diálogo com os alunos. Todas as diretorias estão abertas para esse diálogo, mas de que forma os alunos estão se mobilizando? Existe um abaixo-assinado, que pelo menos centraliza as pessoas quanto ao tema.
CADÊ O C.A.?
Enfim... segue abaixo a resposta da profª, e logo em seguida a minha à mesma.
xxx
Caro Felipe:
Gostaríamos de registrar que o fluxo para inscrição/atendimento de pacientes no
Serviço de Psicologia Aplicada – SPA/NAMI foi apresentado e discutido junto aos
professores-orientadores (dia 10/09/09) e com o corpo discente do SPA
(23/09/09), reuniões amplamente divulgadas. Aprovamos e implantamos o fluxo em
setembro e estivemos sempre atentos às dificuldades que surgiram no cotidiano do
trabalho, dialogando com alunos e professores no sentido de superarmos os
impasses desse processo.
O tema da II Jornada do SPA – Prática Psicológica no Contexto das Políticas
Públicas de Saúde – realizada dias 19 e 20/11, refletiu a conjectura atual da
instituição por vezes que esta se encontra em fase de inserção no Sistema Único
de Saúde. A jornada possibilitou a reflexão acerca das políticas públicas de
saúde e suas implicações na formação do psicólogo. A produção da II Jornada
será registrada em ata e deverá nortear esse processo de gestão e formação do
psicólogo na UNIFOR.
Destacamos ainda que o novo fluxograma da graduação em psicologia e o mercado de
trabalho do psicólogo preveêm uma formação que posicione o aluno face às
políticas públicas nos diversos campos de sua atuação, em acordo com a Lei que
regulamenta os cursos de graduação em psicologia.
Por fim reafirmamos nossa disposição para o diálogo acadêmico construtivo.
Atenciosamente,
Grupo Gestor do Curso de Psicologia
Conselho Consultivo do SPA
xxx
Prezada profª Luiza,
Obrigado pela resposta.
Vejo de maneira riquíssima a postura de adequarmo-nos à políticas públicas, tendo em vista além do campo de trabalho, nossa postura política na sociedade.
O que questiono são as maneiras. Pois nós tinhamos um sistema que funcionava e era independente. Mas agora vamos ter que nos submeter a uma burocratização paralisante (o que é quase que uma redundância). E se isso não fosse verdade todas as pessoas seriam atendidas nos serviços públicos, o que não acontece. E agora com o ato médico, haverá uma burocratização maior, além de absurda. E revelo que, existem pacientes que eu quero tirar do plantão para dar continuidade, e todos me revelam que estão aguardando atendimento do clínico geral para então receber o nº de transação.
Eu particularmente, sou a favor trabalharmos dentro do SUS, mas penso que podíamos ser mais independentes. Como? Ainda não sei, estou me familiarizando com tudo isso. Mas se o próprio NAMI gerasse os nºs de transação, já seria um progresso. Veja o que isso significa: estaríamos dentro de um sistema público, MAS FUNCIONANDO! Pois se dependermos deles, seremos um potencial de mãos atadas.
Mas espero que todos os alunos possam se posicionar e refletir a respeito. Por isso, divulgo sua resposta, assim como o fiz com a do Dr. Flávio Ibiapina, no blog abaixo da minha assinatura.
Atenciosamente,
--
Felipe Torres Amato
Por favor, pense na questão ambiental antes de imprimir esse email.
Avant d’imprimer cet email réfléchissez à l’impact sur l’environnement, merci.
Please consider the environment before printing this mail.
Questiono quando diz que houve discussões sobre a parceria SPA-SUS, pelo menos com o alunos, e se houve, questiono a divulgação, ou a importância dada à mesma.
Mas o que é importante ressaltar é com relação ao diálogo com os alunos. Todas as diretorias estão abertas para esse diálogo, mas de que forma os alunos estão se mobilizando? Existe um abaixo-assinado, que pelo menos centraliza as pessoas quanto ao tema.
CADÊ O C.A.?
Enfim... segue abaixo a resposta da profª, e logo em seguida a minha à mesma.
xxx
Caro Felipe:
Gostaríamos de registrar que o fluxo para inscrição/atendimento de pacientes no
Serviço de Psicologia Aplicada – SPA/NAMI foi apresentado e discutido junto aos
professores-orientadores (dia 10/09/09) e com o corpo discente do SPA
(23/09/09), reuniões amplamente divulgadas. Aprovamos e implantamos o fluxo em
setembro e estivemos sempre atentos às dificuldades que surgiram no cotidiano do
trabalho, dialogando com alunos e professores no sentido de superarmos os
impasses desse processo.
O tema da II Jornada do SPA – Prática Psicológica no Contexto das Políticas
Públicas de Saúde – realizada dias 19 e 20/11, refletiu a conjectura atual da
instituição por vezes que esta se encontra em fase de inserção no Sistema Único
de Saúde. A jornada possibilitou a reflexão acerca das políticas públicas de
saúde e suas implicações na formação do psicólogo. A produção da II Jornada
será registrada em ata e deverá nortear esse processo de gestão e formação do
psicólogo na UNIFOR.
Destacamos ainda que o novo fluxograma da graduação em psicologia e o mercado de
trabalho do psicólogo preveêm uma formação que posicione o aluno face às
políticas públicas nos diversos campos de sua atuação, em acordo com a Lei que
regulamenta os cursos de graduação em psicologia.
Por fim reafirmamos nossa disposição para o diálogo acadêmico construtivo.
Atenciosamente,
Grupo Gestor do Curso de Psicologia
Conselho Consultivo do SPA
xxx
Prezada profª Luiza,
Obrigado pela resposta.
Vejo de maneira riquíssima a postura de adequarmo-nos à políticas públicas, tendo em vista além do campo de trabalho, nossa postura política na sociedade.
O que questiono são as maneiras. Pois nós tinhamos um sistema que funcionava e era independente. Mas agora vamos ter que nos submeter a uma burocratização paralisante (o que é quase que uma redundância). E se isso não fosse verdade todas as pessoas seriam atendidas nos serviços públicos, o que não acontece. E agora com o ato médico, haverá uma burocratização maior, além de absurda. E revelo que, existem pacientes que eu quero tirar do plantão para dar continuidade, e todos me revelam que estão aguardando atendimento do clínico geral para então receber o nº de transação.
Eu particularmente, sou a favor trabalharmos dentro do SUS, mas penso que podíamos ser mais independentes. Como? Ainda não sei, estou me familiarizando com tudo isso. Mas se o próprio NAMI gerasse os nºs de transação, já seria um progresso. Veja o que isso significa: estaríamos dentro de um sistema público, MAS FUNCIONANDO! Pois se dependermos deles, seremos um potencial de mãos atadas.
Mas espero que todos os alunos possam se posicionar e refletir a respeito. Por isso, divulgo sua resposta, assim como o fiz com a do Dr. Flávio Ibiapina, no blog abaixo da minha assinatura.
Atenciosamente,
--
Felipe Torres Amato
Por favor, pense na questão ambiental antes de imprimir esse email.
Avant d’imprimer cet email réfléchissez à l’impact sur l’environnement, merci.
Please consider the environment before printing this mail.
segunda-feira, 23 de novembro de 2009
DIÁLOGO NA PARCERIA SPA-SUS: A RESPOSTA!
Semana passada fiquei feliz. Além da uma movimentação interna eclodir, quanto ao assunto SUS-NAMI. A participação no abaixo-assinado está acontecendo, ou seja, iniciaram as discussões além-corredor. Mas principalmente, eu vi a OUVIDORIA da UNIFOR trabalhando, pois recebi uma resposta do DIRETOR do NAMI, FLÁVIO IBIAPINA.
Segue na íntegra a mensagem:
Prezado Felipe Torres Amato
Agradecemos o contato.
Em resposta a sua demanda encaminhada a esta Ouvidoria, o Diretor do NAMI, Dr.
Flávio Ibiapina, comunica:
Prezados,
Informo que todas as dúvidas, impasses, dificuldades e questões levantadas
quanto à relação entre a Unifor-por intermédio do NAMI, e a Secretaria
Municipal de Saúde estão exatamente sendo debatidas na II Jornada do Serviço de
Psicologia dias 19 e 20 de Novembro de 2009, auditório A-02, com ampla
divulgação e participação do corpo docente e discente do curso.
Ontem, na mesa de abertura tivemos a participação do Prof Osterne, representando
a Coordenação do Curso, Direção do NAMI, SPA, e do Vice-Reitor de Graduação,
Prof Henrique Sá.
Consideramos ser a Jornada um fórum democrático de construção coletiva, pelo
diálogo, da identidade e do processo de trabalho do SPA, convocando a todos
para juntos definirmos nossos passos, como tem sido feito pelo colegiado do SPA
e Coordenação do Curso.
Aguardamos a presença de todos que tenham o legítimo interesse no debate e na
construção, para que, a partir do que está sendo definido neste fórum, possamos
planejar as atividades do SPA para o próximo semestre.
Finalmente, acrescentamos ainda, que sempre estivemos e estaremos ( NAMI e SPA),
de portas abertas ao diálogo franco, honesto e atentos às demandas de nossos
alunos. Colocamo-nos à disposição para maiores esclarecimentos após a jornada,
presencialmente e com a participação da direção do NAMI, do SPA e da
Coordenação do Curso de Psicologia, que, creio, terá também todo o interesse no
aprofundamento do debate.
Atenciosamente,
Flávio Ibiapina.
..................................................................................
Bom, é possível observar que TEMOS O ESPAÇO para diálogo, e está documentado!
O que precisamos fazer agora é reunirmos e discutir nossas idéias e advergências quanto ao assunto. Para podermos alcançarmos os melhores resultados para ambas as partes.
Ah, só replicando sugestão do Diretor. O espaço na abertura da jornada foi para ouvirmos apenas. Foi bom para conhecermos novos horizontes dessa parceria, mas não tivemos espaço para discutir. Por questões de tempo, ou que seja, mas não importa. As discussões pela manhã foram todas afirmando a necessidade de pensarmos no assunto, mas tendo em vista o ATO MÉDICO, que é outro fator ponderante. Infelizmente não pude presenciar outras discussões por causa do trabalho, mas eu soube apenas por cima dessas discussões. É preciso pensar em um espaço próprio para isso, não o espaço destinado a apresentações de trabalho, como na jornada.
PENSANDO NISSO, O C.A. DE PSIOLOGIA DA UNIFOR PODE SE MOVIMENTAR, NÉ???
Não custa nada continuarmos assinando o abaixo-assinado (http://www.abaixoassinado.org/assinaturas/abaixoassinado/5250) E PROVOQUE ESTA DISCUSSÃO ENTRE OS SEUS, isso é fundamental!
É isso, aguardem notícias.
FTA.
Segue na íntegra a mensagem:
Prezado Felipe Torres Amato
Agradecemos o contato.
Em resposta a sua demanda encaminhada a esta Ouvidoria, o Diretor do NAMI, Dr.
Flávio Ibiapina, comunica:
Prezados,
Informo que todas as dúvidas, impasses, dificuldades e questões levantadas
quanto à relação entre a Unifor-por intermédio do NAMI, e a Secretaria
Municipal de Saúde estão exatamente sendo debatidas na II Jornada do Serviço de
Psicologia dias 19 e 20 de Novembro de 2009, auditório A-02, com ampla
divulgação e participação do corpo docente e discente do curso.
Ontem, na mesa de abertura tivemos a participação do Prof Osterne, representando
a Coordenação do Curso, Direção do NAMI, SPA, e do Vice-Reitor de Graduação,
Prof Henrique Sá.
Consideramos ser a Jornada um fórum democrático de construção coletiva, pelo
diálogo, da identidade e do processo de trabalho do SPA, convocando a todos
para juntos definirmos nossos passos, como tem sido feito pelo colegiado do SPA
e Coordenação do Curso.
Aguardamos a presença de todos que tenham o legítimo interesse no debate e na
construção, para que, a partir do que está sendo definido neste fórum, possamos
planejar as atividades do SPA para o próximo semestre.
Finalmente, acrescentamos ainda, que sempre estivemos e estaremos ( NAMI e SPA),
de portas abertas ao diálogo franco, honesto e atentos às demandas de nossos
alunos. Colocamo-nos à disposição para maiores esclarecimentos após a jornada,
presencialmente e com a participação da direção do NAMI, do SPA e da
Coordenação do Curso de Psicologia, que, creio, terá também todo o interesse no
aprofundamento do debate.
Atenciosamente,
Flávio Ibiapina.
..................................................................................
Bom, é possível observar que TEMOS O ESPAÇO para diálogo, e está documentado!
O que precisamos fazer agora é reunirmos e discutir nossas idéias e advergências quanto ao assunto. Para podermos alcançarmos os melhores resultados para ambas as partes.
Ah, só replicando sugestão do Diretor. O espaço na abertura da jornada foi para ouvirmos apenas. Foi bom para conhecermos novos horizontes dessa parceria, mas não tivemos espaço para discutir. Por questões de tempo, ou que seja, mas não importa. As discussões pela manhã foram todas afirmando a necessidade de pensarmos no assunto, mas tendo em vista o ATO MÉDICO, que é outro fator ponderante. Infelizmente não pude presenciar outras discussões por causa do trabalho, mas eu soube apenas por cima dessas discussões. É preciso pensar em um espaço próprio para isso, não o espaço destinado a apresentações de trabalho, como na jornada.
PENSANDO NISSO, O C.A. DE PSIOLOGIA DA UNIFOR PODE SE MOVIMENTAR, NÉ???
Não custa nada continuarmos assinando o abaixo-assinado (http://www.abaixoassinado.org/assinaturas/abaixoassinado/5250) E PROVOQUE ESTA DISCUSSÃO ENTRE OS SEUS, isso é fundamental!
É isso, aguardem notícias.
FTA.
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sexta-feira, 20 de novembro de 2009
DIÁLOGO NA PARCERIA SPA-SUS
Esse abaixo-assinado está sendo criado com o intuito de unificar as opiniões contrárias à parceria que o Núcleo de Atenção Médica Integrada - NAMI está fazendo com o Serviço Único de Saúde - SUS. Exigindo assim um espaço para diálogo dos estudantes com a Universidade de Fortaleza - UNIFOR.
Esta parceria pode ser muito rica ao NAMI. Mas ao Serviço de Psicologia Aplicada - SPA, que é um serviço oferecido nesta instituição, é uma parceria muito frágil.
Pois limita que todo atendimento feito pelos estagiários só pode ser feito a partir de um encaminhamento de um Posto de Saúde da rede pública. Isso já está sendo posto em prática e NÃO FUNCIONA. Mas existe um agravante: A aprovação do PL do ATO-MÉDICO. O que significa que, além de ter que ir no posto de saúde, terá que AGUARDAR um atendimento médico para este então dizer se "SIM, você precisa de atendimento psicoterápico" ou "NAO, você não precisa". Se já não bastasse a fila de pessoas precisando de atendimento, vamos sobrecarregar essa fila com pessoas que precisam de ENCAMINHAMENTO. Levando em consideração que, o ato médico já está em vigor na esfera municipal de Fortaleza!
O serviço de Psicologia pode trabalhar em parceria com o SUS, mas não depender completamente desse para funcionar.
Então, se você é a favor um maior diálogo com a UNIFOR sobre esse assunto, assine este abaixo-assinado, mas DÊ SUA OPINIÃO! PARTICIPE!
SEGUE LINK: http://www.abaixoassinado.org/abaixoassinados/5250
Esta parceria pode ser muito rica ao NAMI. Mas ao Serviço de Psicologia Aplicada - SPA, que é um serviço oferecido nesta instituição, é uma parceria muito frágil.
Pois limita que todo atendimento feito pelos estagiários só pode ser feito a partir de um encaminhamento de um Posto de Saúde da rede pública. Isso já está sendo posto em prática e NÃO FUNCIONA. Mas existe um agravante: A aprovação do PL do ATO-MÉDICO. O que significa que, além de ter que ir no posto de saúde, terá que AGUARDAR um atendimento médico para este então dizer se "SIM, você precisa de atendimento psicoterápico" ou "NAO, você não precisa". Se já não bastasse a fila de pessoas precisando de atendimento, vamos sobrecarregar essa fila com pessoas que precisam de ENCAMINHAMENTO. Levando em consideração que, o ato médico já está em vigor na esfera municipal de Fortaleza!
O serviço de Psicologia pode trabalhar em parceria com o SUS, mas não depender completamente desse para funcionar.
Então, se você é a favor um maior diálogo com a UNIFOR sobre esse assunto, assine este abaixo-assinado, mas DÊ SUA OPINIÃO! PARTICIPE!
SEGUE LINK: http://www.abaixoassinado.org/abaixoassinados/5250
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Incomparável Ouvidoria - tentativa 2
Segue abaixo segundo e-mail enviado à Ouvidoria da UNIFOR.
Nada de respostas até agora...
Prezados membros da Ouvidoria,
Esse e-mail fora enviado a vocês no início da semana. Já houve grande repercussão pelos estudantes, e já estamos mobilizando um abaixo-assinado.
Por isso gostaríamos de saber se essa parceria já é definitiva ou poderemos marcar uma reunião para melhores esclarecimentos. Pois nos dá a impressão de que a UNIFOR realmente não está enxergando o lado da Psicologia nessa parceria.
Att.,
Felipe Torres Amato
Nada de respostas até agora...
Prezados membros da Ouvidoria,
Esse e-mail fora enviado a vocês no início da semana. Já houve grande repercussão pelos estudantes, e já estamos mobilizando um abaixo-assinado.
Por isso gostaríamos de saber se essa parceria já é definitiva ou poderemos marcar uma reunião para melhores esclarecimentos. Pois nos dá a impressão de que a UNIFOR realmente não está enxergando o lado da Psicologia nessa parceria.
Att.,
Felipe Torres Amato
quinta-feira, 19 de novembro de 2009
II Jornada do SPA - UNIFOR
Começou hoje, vai até amanhã.
A abertura foi feita pelo Vice-Reitor da Graduação, Henrique Sá, e pelo Diretor do NAMI, Flavio Ibiapina. Além da presença da coordenação de psicologia, representada pelo profºOsterne e pela responsável pelo SPA, a profª Luiza Freitas.
Foi bacana. Acho interessante como sempre que alguém ia começar a falar, agradecia a todos, que nem jogador de futebol quando vai falar na tv manda beijo pra família. Pois é.
Então, nesse clima, agradeço a participação de todos, achei muito bacana a discussão. Esclareci um pouco a questão da parceria com o SUS, e vi que há o lado da criação científica que vai ser enriquecida por essa parceria, e para os cursos da saúde, vão ter um respaldo maior. É claro que para o nosso também, mas faltou discutir exatamente isso, e por isso estou triste, insatisfeito.
Abre aspas, NÃO TEVE ESPAÇO PARA FALARMOS OU QUESTIONARMOS A SOLENIDADE. Isso é muita formalidade, não me dou bem com isso, estava louco para questionar sobre o Ato Médico e o NAMI... mas não deu!!!
FALTA DISCUTIRMOS O ESPAÇO DA PSICOLOGIA NO SUS !!!
SÓ ISSO!
Os médicos e a sociedade precisam compreender nossa atuação melhor. Pois encaminhamentos como estão sendo feitos e propostos, não funcionarão.
E se nós, acadêmicos da psicologia não questionarmos essa postura, formas de ação, e outras coisas, vamos ficar a ver navios no NAMI.
Seremos um puta dum serviço de primeira qualidade, referência e os cambáu... vazio!!!
Bom, é isso.
FTA.
A abertura foi feita pelo Vice-Reitor da Graduação, Henrique Sá, e pelo Diretor do NAMI, Flavio Ibiapina. Além da presença da coordenação de psicologia, representada pelo profºOsterne e pela responsável pelo SPA, a profª Luiza Freitas.
Foi bacana. Acho interessante como sempre que alguém ia começar a falar, agradecia a todos, que nem jogador de futebol quando vai falar na tv manda beijo pra família. Pois é.
Então, nesse clima, agradeço a participação de todos, achei muito bacana a discussão. Esclareci um pouco a questão da parceria com o SUS, e vi que há o lado da criação científica que vai ser enriquecida por essa parceria, e para os cursos da saúde, vão ter um respaldo maior. É claro que para o nosso também, mas faltou discutir exatamente isso, e por isso estou triste, insatisfeito.
Abre aspas, NÃO TEVE ESPAÇO PARA FALARMOS OU QUESTIONARMOS A SOLENIDADE. Isso é muita formalidade, não me dou bem com isso, estava louco para questionar sobre o Ato Médico e o NAMI... mas não deu!!!
FALTA DISCUTIRMOS O ESPAÇO DA PSICOLOGIA NO SUS !!!
SÓ ISSO!
Os médicos e a sociedade precisam compreender nossa atuação melhor. Pois encaminhamentos como estão sendo feitos e propostos, não funcionarão.
E se nós, acadêmicos da psicologia não questionarmos essa postura, formas de ação, e outras coisas, vamos ficar a ver navios no NAMI.
Seremos um puta dum serviço de primeira qualidade, referência e os cambáu... vazio!!!
Bom, é isso.
FTA.
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quarta-feira, 18 de novembro de 2009
Carta à Incomparável Ouvidoria
Bom, como o esse e-mail já havia sido encaminhado à coord. de psico e não surtiu efeito, resolvi mudar o foco. Dessa vez foi para a Ouvidoria da Unifor, uns 20 professores, 20 estagiários e o grupo [psicologiaceara].
Será que terei respostas agora??
Segue abaixo o e-mail.
abs.,
FTA
...................................................... .. .. . . . . .
Prezados colegas, Profs, Coordenadores e membros da Ouvidoria,
Bom dia!
Gostaria de compartilhar minha indignação com a nova política do NAMI/SPA, de vincular-se ao SUS. Está acontecendo um fenômeno constante com meus clientes de Plantão Psicológico. Eles vão ao posto, mas nunca tem número. Mas não adianta tentar justificar dizendo que "o professor não encaminhou a quantidade de vagas" ou "o aluno não entregou o relatório com a qtde de atendimentos no mês para abrir vagas para ele...". Explico de forma matemática: Estou atendendo um rapaz (A) no plantão. Vejo que sua demanda vai além do plantão, portanto encaminho-o para a individual, comigo mesmo, ora preciso de horas. Pois bem. Explico o procedimento maravilhoso de ir ao posto e pronto. Ao mesmo tempo, uma senhora (B) vem à recepção do SPA questionando como fazer para receber atendimentos psicoterápicos. Ela é encaminhada ao posto e pronto. Por sorte, B chegou primeiro que A, que ficou sem o nº de transação. Vejo que meu cliente/paciente/ou o que for, retorna sem o nº, ótimo, vamos trabalhar a resiliência dele. Repito as orientações, e na semana seguinte, ele me diz: a moça do posto disse que tenho que marcar consulta com o clínico geral, para ele avaliar se preciso realmente desse serviço e assim então me encaminhar. MEU DEUS! (eu penso) APROVARAM O ATO MÉDICO???. E realmente, só nos faltava essa. Além da burocracia, que desculpem-me, não funciona como a gente queria, ou realmente temos que nos adaptar de forma muito diferente a ela, agora temos que ficar dependendo de médicos, que coitadinhos, reclamam constantemente que estão sobrecarregados (esperem para ver então...).
Ah, lembrando que, B está com nº de transação mas não tem estagiário para atendê-la, e A está sem nº de transação sendo atendido no plantão devido sua demanda constante. E um rapaz (C) está vindo todo dia para ser atendido no plantão, mas não tem vagas, porque A está no plantão, mesmo devendo estar em acompanhamento individual fora do plantão, mas está tentando pegar o número que está com B, que não tem quem o atenda.... Bom, já deu para entender...
Estou me exaltando? Talvez. Reclamando às pessoas certas? Espero que sim.
Mas é difícil fazer parte de algo, e não poder ter voz ativa. Penso que se persistir dessa forma semestre que vem, serei obrigado a estagiar extra-muros. Vou perder o ar-condicionado, a poltrona confortável, a atendente simpática e o café no ponto? Se for preciso. mas me questiono: EU PAGO CARO PARA ISSO??? Ter que abrir mão do conforto que o dinheiro me proporciona, em prol de uma política furada, só para a Unifor ganhar uns trocadinhos por pacientes encaminhados pelo governo?
UNIFOR, VOCÊ PRECISA DISSO???
Mas penso que é necessário ouvir os outros estágiários, pois muitos reclamam. Sem contar que essa política foi imposta, e que quem é contra, é calado! Por sinal, essa é uma democracia historicamente brasileira.
E se meu raciocínio estiver certo (torço para que não esteja), estamos lascados.
Se me exaltei, não sei. Mas penso que vale a pena pensarmos e discutirmos sobre isso.
Srs. membros da Ouvidoria da UNIFOR, a lista de remetentes Cco deste e-mail é muito extensa, de forma que, sua resposta será repassada a todos.
Obrigado a todos.
Atenciosamente,
--
Felipe Torres Amato
Será que terei respostas agora??
Segue abaixo o e-mail.
abs.,
FTA
...................................................... .. .. . . . . .
Prezados colegas, Profs, Coordenadores e membros da Ouvidoria,
Bom dia!
Gostaria de compartilhar minha indignação com a nova política do NAMI/SPA, de vincular-se ao SUS. Está acontecendo um fenômeno constante com meus clientes de Plantão Psicológico. Eles vão ao posto, mas nunca tem número. Mas não adianta tentar justificar dizendo que "o professor não encaminhou a quantidade de vagas" ou "o aluno não entregou o relatório com a qtde de atendimentos no mês para abrir vagas para ele...". Explico de forma matemática: Estou atendendo um rapaz (A) no plantão. Vejo que sua demanda vai além do plantão, portanto encaminho-o para a individual, comigo mesmo, ora preciso de horas. Pois bem. Explico o procedimento maravilhoso de ir ao posto e pronto. Ao mesmo tempo, uma senhora (B) vem à recepção do SPA questionando como fazer para receber atendimentos psicoterápicos. Ela é encaminhada ao posto e pronto. Por sorte, B chegou primeiro que A, que ficou sem o nº de transação. Vejo que meu cliente/paciente/ou o que for, retorna sem o nº, ótimo, vamos trabalhar a resiliência dele. Repito as orientações, e na semana seguinte, ele me diz: a moça do posto disse que tenho que marcar consulta com o clínico geral, para ele avaliar se preciso realmente desse serviço e assim então me encaminhar. MEU DEUS! (eu penso) APROVARAM O ATO MÉDICO???. E realmente, só nos faltava essa. Além da burocracia, que desculpem-me, não funciona como a gente queria, ou realmente temos que nos adaptar de forma muito diferente a ela, agora temos que ficar dependendo de médicos, que coitadinhos, reclamam constantemente que estão sobrecarregados (esperem para ver então...).
Ah, lembrando que, B está com nº de transação mas não tem estagiário para atendê-la, e A está sem nº de transação sendo atendido no plantão devido sua demanda constante. E um rapaz (C) está vindo todo dia para ser atendido no plantão, mas não tem vagas, porque A está no plantão, mesmo devendo estar em acompanhamento individual fora do plantão, mas está tentando pegar o número que está com B, que não tem quem o atenda.... Bom, já deu para entender...
Estou me exaltando? Talvez. Reclamando às pessoas certas? Espero que sim.
Mas é difícil fazer parte de algo, e não poder ter voz ativa. Penso que se persistir dessa forma semestre que vem, serei obrigado a estagiar extra-muros. Vou perder o ar-condicionado, a poltrona confortável, a atendente simpática e o café no ponto? Se for preciso. mas me questiono: EU PAGO CARO PARA ISSO??? Ter que abrir mão do conforto que o dinheiro me proporciona, em prol de uma política furada, só para a Unifor ganhar uns trocadinhos por pacientes encaminhados pelo governo?
UNIFOR, VOCÊ PRECISA DISSO???
Mas penso que é necessário ouvir os outros estágiários, pois muitos reclamam. Sem contar que essa política foi imposta, e que quem é contra, é calado! Por sinal, essa é uma democracia historicamente brasileira.
E se meu raciocínio estiver certo (torço para que não esteja), estamos lascados.
Se me exaltei, não sei. Mas penso que vale a pena pensarmos e discutirmos sobre isso.
Srs. membros da Ouvidoria da UNIFOR, a lista de remetentes Cco deste e-mail é muito extensa, de forma que, sua resposta será repassada a todos.
Obrigado a todos.
Atenciosamente,
--
Felipe Torres Amato
terça-feira, 17 de novembro de 2009
Guerra de Abordagens
Acho esse tema muito interessante. Claro que penso apenas em esboçar minha idéia sobre o assunto, e não me prolongar demais no mesmo.
Todo estudante de psicologia sofre ao ingressar na faculdade. Um dos motivos, penso, que seja pelo grau de introspecção que o curso provoca. Não é fácil analisar sua cultura, suas características, enfim, olhar para um espelho. E no curso de psicologia, isso é inevitável. A não ser que queira formar-se de forma "mais ou menos", pois não tem cabimento escutar o outro, e não saber se escutar, cria-se assim uma bomba atômica em potêncial.
Mas outra dificuldade sofrida pelo estudante de psicologia, são as trincheiras do conhecimento que devem ser percorridas durante o curso. São psicanalistas, humanistas, comportamentais, e outros além destes brigando para saber quem tem mais razão!
PARA QUÊ ISSO? Diabo...
Penso que reflete um pouco no nosso momento (ou eterno momento, pois pode ser que sempre a humanidade fora assim), ou momento que vem deflagrando uma piora no quesito, RESPEITO À DIFERENÇA.
Eu vejo o mundo de uma forma, de meu prisma. Você do seu. A diferença é que eu foco o que me é fundamental, assim como você.
MAS É DIFÍCIL aceitar o outro, a visão do outro. É como se colocasse em risco minha visão!
BESTEIRA.
Há alguns anos assisti um documentário aonde um senhor bem humillde, trabalhador rural, estava dando sua opinião sobre religiões. Ele disse: "não importa o caminho, mas sim o destino!"
Na nossa prática (PSI), deveria ser assim também. Pois afinal, o destino é o mesmo, o homem.
F.T.A.
17.11.09
Todo estudante de psicologia sofre ao ingressar na faculdade. Um dos motivos, penso, que seja pelo grau de introspecção que o curso provoca. Não é fácil analisar sua cultura, suas características, enfim, olhar para um espelho. E no curso de psicologia, isso é inevitável. A não ser que queira formar-se de forma "mais ou menos", pois não tem cabimento escutar o outro, e não saber se escutar, cria-se assim uma bomba atômica em potêncial.
Mas outra dificuldade sofrida pelo estudante de psicologia, são as trincheiras do conhecimento que devem ser percorridas durante o curso. São psicanalistas, humanistas, comportamentais, e outros além destes brigando para saber quem tem mais razão!
PARA QUÊ ISSO? Diabo...
Penso que reflete um pouco no nosso momento (ou eterno momento, pois pode ser que sempre a humanidade fora assim), ou momento que vem deflagrando uma piora no quesito, RESPEITO À DIFERENÇA.
Eu vejo o mundo de uma forma, de meu prisma. Você do seu. A diferença é que eu foco o que me é fundamental, assim como você.
MAS É DIFÍCIL aceitar o outro, a visão do outro. É como se colocasse em risco minha visão!
BESTEIRA.
Há alguns anos assisti um documentário aonde um senhor bem humillde, trabalhador rural, estava dando sua opinião sobre religiões. Ele disse: "não importa o caminho, mas sim o destino!"
Na nossa prática (PSI), deveria ser assim também. Pois afinal, o destino é o mesmo, o homem.
F.T.A.
17.11.09
segunda-feira, 16 de novembro de 2009
ATO-MÉDICO - A Censura
O ato médico é bonito no papel mas ordinário na ação. Centraliza o poder público de saúde num profissional só, o médico, deslegitimizando (em partes) outros profissionais, ou seja, outras 13 profissões só podem atuar a partir da indicação deste profissional. Será que ele está realmente gabaritado para isso? Não tiro seu mérito, dr.médico, mas penso que é uma responsabilidade que você não dará conta. E pensando no nível adminitrativo da coisa, se temos tantos médicos para fazer estes encaminhamentos, porque os postos de saúdes estão abarrotados de pacientes sem atendimento, que estão procurando por eles, e não por encaminhamentos!!!!!!
Se você é contra, essa legitimização do médico, que deslegitimiza outros 13 profisionais, acesse esse site para abaixo-assinados, muito melhor do que e-mails sem pé nem cabeça.
http://www.abaixoassinado.org/assinaturas/abaixoassinado/5161
Se você é contra, essa legitimização do médico, que deslegitimiza outros 13 profisionais, acesse esse site para abaixo-assinados, muito melhor do que e-mails sem pé nem cabeça.
http://www.abaixoassinado.org/assinaturas/abaixoassinado/5161
quarta-feira, 7 de outubro de 2009
Apresentação
Quem se apresenta, o faz para alguém.
Lógico!
Mas a princípio minha intenção aqui é me expressar, mesmo que para o vazio que a internet pode vir a se mostrar em determinados momentos (em contraste com o excesso que ela se mostra em outros...).
Eu sou um estudante de psicologia, desde 2003, e um dia hei de me formar. Já formei-me em Psicodrama, leio textos psicanalíticos, as vezes gestálticos e rogerianos, enfim, estudo qualquer coisa que seja ligada à psicologia, sem preconceitos (ou sem tantos...).
Isso não é um diário!
Até porque se fosse, eu ia mentir demais...
Isso é um esboço:
Das minhas idéias (em mutação, ou não);
Das minhas leituras (limitadas, ou não);
Dos meus pensamentos (que é diferente de idéia!);
Dos meus olhares (conectados a todos os itens anteriores, inevitavelmente);
Da minha vida (mas não é um diário, não esqueça!);
E da sua (foi mal, não estou numa bolha, desligado dos outros...).
Enfim, vou dar um berro diante de uma caverna, e se a caverna berrar de volta, ótimo, assim papearemos, caso contrário, eu berrei!
Lógico!
Mas a princípio minha intenção aqui é me expressar, mesmo que para o vazio que a internet pode vir a se mostrar em determinados momentos (em contraste com o excesso que ela se mostra em outros...).
Eu sou um estudante de psicologia, desde 2003, e um dia hei de me formar. Já formei-me em Psicodrama, leio textos psicanalíticos, as vezes gestálticos e rogerianos, enfim, estudo qualquer coisa que seja ligada à psicologia, sem preconceitos (ou sem tantos...).
Isso não é um diário!
Até porque se fosse, eu ia mentir demais...
Isso é um esboço:
Das minhas idéias (em mutação, ou não);
Das minhas leituras (limitadas, ou não);
Dos meus pensamentos (que é diferente de idéia!);
Dos meus olhares (conectados a todos os itens anteriores, inevitavelmente);
Da minha vida (mas não é um diário, não esqueça!);
E da sua (foi mal, não estou numa bolha, desligado dos outros...).
Enfim, vou dar um berro diante de uma caverna, e se a caverna berrar de volta, ótimo, assim papearemos, caso contrário, eu berrei!
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