Há praticamente um ano atrás, em uma conversaq informal com um professor na faculdade, ele me contou seu desejo em montar um grupo de psicoterapia.
Achei fantástico!
Naquele momento estava mudando o rumo da minha vida, saindo da área organizacional para me aventurar na educacional, e retomando também a administrativa, cuidando da instituição de psicodrama do meu pai.
Topei, na certa.
Sou formado em Psicodrama, faltando apenas a conclusão e entrega de minha monografia. Portanto entendo profundamente o efeito do grupo psicoterapêutico, além da visão moreniana do homem relacional.
Muita leitura técnica: Irvin Yalom, "Teoria e Técnica de Psicoterapia de Grupo", capítulo 10, para aprender a iniciar o grupo, escolher os integrantes e definir o tipo de grupo que há de começar. E depois o cap 11, iniciando o grupo...
Bom, minhas dificuldades foram administrativas: O SPA estava passando por um monento de transição, se vinculando ao SUS, e os pacientes tinham que enfrentar uma "pequena" fila para vir ter os atendimentos. Veio a lentidão, e o grupo não mostrou sinal de vida em 2009.
Então veio 2010. Os processos administrativos já estavam mais "entrosados" esse ano. MInha meta era iniciar o grupo após o carnaval. Mas não tinha pacientes o sufuciente. Fiquei com a missão de limpar as gavetas do SPA, ligando para pacientes interrompidos e avaliando interesse em participar do grupo. Consegui três. Outro já estava inscrito no ano passado. Oba, quatro já é grupo! Começamos em Abril, véspera da semana santa.
Quase um ano, apanhando, mas ainda sim, não é o suficiente, uma desistência, é preciso mais gente para que o efeito do grupo seja realmente eficaz.
Por que Psicoterapia de Grupo?
Na próxima postagem eu digo...
Abs.,
FTA
Nenhum comentário:
Postar um comentário